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Forrest Mozzie do Brasil
Forrest Mozzie do Brasil · Quem somos
brasilmozzie.com.br/quem-somos.html · Brazil Mozzie do Brasil Ltda · CNPJ 66.627.356/0001-68

Quem somos

A operação brasileira de uma tecnologia de controle de vetores desenvolvida e testada em campo, com resultados publicados.

A empresa

A Forrest Mozzie do Brasil é a operação nacional da Forrest Innovations, empresa dedicada ao controle biológico de mosquitos transmissores de doenças. A tecnologia é aplicada em campo no Brasil desde os primeiros estudos no Paraná.

O que nos define

Quatro decisões que organizam a operação. Cada uma tem um custo, e o custo está dito ao lado.

01

Equipe local

Cada território opera com pessoas da região, contratadas e formadas para o programa. Não trabalhamos com equipe itinerante, e ao fim do ciclo a formação técnica permanece no município.

O custo: montar equipe no território leva mais tempo do que deslocar uma equipe pronta.

02

Medição antes de afirmação

Só apresentamos como resultado o que foi medido e publicado. Observação de campo promissora não vira alegação de eficácia.

O custo: há resultados de campo que não podemos citar enquanto não forem publicados.

03

Complementaridade

O programa soma-se à vigilância municipal e estadual. Não a substitui, não a corrige e não a critica. O alvo é o vetor.

O custo: o resultado depende de o município seguir com as ações de campo que já executa.

04

A espécie confirmada em laboratório

A armadilha aponta infestação; somente o laboratório identifica a espécie. Saber se o que está no bairro é Aedes aegypti ou outra espécie muda a decisão do município, e a contagem sozinha não fornece essa informação.

O custo: exige laboratório e leitura em cadência fixa, não apenas contagem de armadilha.

Classificação da tecnologia

O inseto liberado no programa de controle vetorial não é organismo geneticamente modificado. São liberados machos de Aedes aegypti, produzidos em biofábrica a partir de colônia de cepa local, estabelecida com ovos coletados em campo na própria região, e esterilizados antes da soltura. Não há inserção, remoção ou edição de genes, e o inseto liberado não carrega construção genética.

O macho de Aedes aegypti não é hematófago, não pica e não participa da transmissão de arbovírus. A esterilidade não constitui característica hereditária. O macho estéril acasala com a fêmea da população natural e o cruzamento não gera progênie viável, de modo que não há linhagem introduzida que se estabeleça na população local nem transmissão às gerações seguintes do mosquito.

O resultado esperado é a supressão da densidade populacional do vetor. A tecnologia não promove a eliminação da espécie. O efeito depende da continuidade das solturas durante todo o período contratado e regride quando as solturas são interrompidas.

As atividades de produção, transporte e liberação observam a legislação sanitária e ambiental aplicável, bem como as exigências próprias das instalações de criação de insetos. A documentação exigida em cada etapa é mantida à disposição do órgão contratante e das autoridades competentes durante a vigência do programa.

A classificação da tecnologia é informada nos mesmos termos ao poder público contratante, à imprensa e ao morador do território atendido, e consta dos materiais de comunicação do programa.

A frente social

O trabalho comunitário é executado e assinado pelo Instituto Lago, associação sem fins lucrativos constituída em 2019, da qual somos mantenedores. São pessoas jurídicas distintas, com governança e prestação de contas independentes.

Essa separação é deliberada: permite ao instituto celebrar parcerias e captar recursos na forma que a legislação prevê para organizações da sociedade civil, e mantém as contas de cada frente onde devem estar.