Quatro serviços que funcionam melhor juntos, e que podem ser contratados separadamente — inclusive por secretarias diferentes.
O programa completo: biofábrica instalada no território, produção contínua de machos estéreis, soltura guiada pelos dados de monitoramento e equipe local contratada e formada no próprio município.
O ponto que costuma surpreender o gestor é este último. Não é uma equipe que chega de fora, executa e vai embora: as pessoas são da região, selecionadas e treinadas para operar o programa. O conhecimento fica onde o problema está.
A duração mínima é de vinte e quatro meses consecutivos. Não é escolha comercial — é exigência técnica: períodos menores permitem que a população do mosquito volte ao patamar anterior, e o investimento se perde.
Rede de armadilhas instaladas em pontos definidos por critério técnico, com leitura em cadência fixa. Mostra onde a infestação está, como ela se comporta ao longo do tempo e para onde se desloca.
O que o monitoramento faz é medir. Ele não reduz a população — quem reduz é a intervenção. Dizemos isso com todas as letras porque a confusão entre as duas coisas gera expectativa que o serviço não entrega.
O diferencial está no que vem depois da armadilha: a armadilha aponta infestação, mas somente o laboratório identifica a espécie. Saber se o que está no seu bairro é Aedes aegypti ou outra espécie muda a decisão do município — e é informação que a contagem sozinha não fornece.
Contratável por período curto, a partir de dois a três meses.
Voltado à rede de ensino e contratado pela Secretaria de Educação, com entrega em plataforma própria. Funciona de forma independente de qualquer ação na área da saúde.
Trata do mosquito, do ciclo de vida, do porquê de a água parada importar e do que a comunidade pode fazer — em linguagem e formato adequados à sala de aula, sem virar mais uma obrigação para o professor.
Executados e assinados pelo Instituto Lago, associação sem fins lucrativos da qual a Forrest Mozzie do Brasil é mantenedora.
Abrangem mobilização comunitária, organização de mutirões junto ao município, coleta seletiva e — o ponto mais sensível — a formação e realocação de trabalhadores. Quando o controle de arboviroses funciona, a necessidade de agentes cai, e essas pessoas precisam de destino. É disso que o instituto cuida.
A conversa começa pelo que já existe aí — os dados de infestação e o que está sendo feito hoje.
Falar com nossa equipe técnica