O método nasceu no Paraná e está sendo levado a novos territórios, com adaptação às condições de cada um.
Onde o programa começou e onde acumulou o maior tempo de operação contínua. Londrina, Ortigueira e Jacarezinho são as experiências que produziram a evidência publicada.
Programa em implantação, com sete municípios previstos e cobertura estimada de cerca de 550 mil habitantes. Inclui a instalação de biofábrica no estado e a formação de equipe local.
O Amapá apresenta condições distintas das do Paraná — clima equatorial, chuvas distribuídas ao longo do ano e um perfil de ocupação urbana próprio. Por isso os procedimentos estão sendo adaptados ao território, e não simplesmente transplantados.
A operação é conduzida em parceria com o IEPA, o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá, que participa da definição das áreas e do trabalho laboratorial.
O ponto de partida é sempre o mesmo: olhar os dados de infestação e entender o que já é feito. A partir daí se define a área, o desenho da operação e a forma de contratação — que pode ser direta pelo município, por consórcio intermunicipal ou por meio do estado.
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