Forrest Mozzie do Brasil

A dengue começa no mosquito. É nele que a gente age.

Soltamos machos estéreis do Aedes aegypti — que não picam e não transmitem — para que a população do mosquito caia sozinha. Sem veneno no quintal de ninguém e sem transgênico.

Mãos segurando o recipiente de soltura ao lado do veículo, com machos estéreis saindo em voo
Soltura de machos estéreis em campo, no Paraná.

A equipe é do município. E continua lá depois.

Contratamos e formamos gente da própria região para operar o programa. Não é uma equipe que chega de fora, executa e vai embora — o conhecimento fica onde o problema está.

Equipe reunida ao lado dos veículos, na entrada de uma vila rural
Equipe local na abertura de um ciclo de operação.

O convencimento se faz no quintal, não no gabinete.

Antes de qualquer soltura, a equipe conversa casa a casa. É essa aceitação que separa um programa que dura de um que termina na primeira dúvida.

Agente conversa com moradora no quintal de uma casa, com material impresso na mão
Visita domiciliar durante a fase de engajamento.

Como funciona

Quatro passos. Nenhum deles envolve produto químico aplicado na casa das pessoas.

Criamos e soltamos machos estéreis. Só machos — e o macho do Aedes não pica ninguém, porque não se alimenta de sangue.

O macho estéril procura a fêmea selvagem. É o que ele faz naturalmente, e faz melhor do que qualquer armadilha conseguiria.

A fêmea põe ovos que não vingam. Ela continua ovipondo normalmente, mas aquela geração não nasce.

A população cai, e continua caindo. A cada ciclo nascem menos mosquitos — e menos mosquito é menos transmissão.

O que já foi medido

Resultados publicados em revista científica revisada por pares. Cada número abaixo pode ser conferido na fonte.

97%

Menor incidência de dengue

Em Ortigueira, no Paraná, comparada às cidades usadas como referência.

The Lancet Regional Health – Americas, 2023
98,7%

De supressão

Redução máxima observada na geração seguinte do mosquito.

The Lancet Regional Health – Americas, 2023
80%

De aprovação

Da comunidade em Londrina, onde mais de 60 milhões de machos estéreis foram soltos ao longo de cerca de cinco anos.

Programa Londrina, Paraná

O que podemos fazer pelo seu município

Quatro serviços que funcionam juntos, e que também podem ser contratados em separado.

Controle vetorial

O programa completo: biofábrica, soltura contínua e equipe local contratada e formada no próprio território.

Saiba mais

Monitoramento

Rede de armadilhas que mostra onde está a infestação — e laboratório que identifica a espécie, o que a armadilha sozinha não faz.

Saiba mais

Programa educacional

Para a Secretaria de Educação, entregue em plataforma própria. Funciona independentemente da área da saúde.

Saiba mais

Projetos sociais

Executados pelo Instituto Lago, com mobilização comunitária e formação de trabalhadores.

Saiba mais

Onde está a nossa competência

Monitoramento

Medir antes, durante e depois. Sem linha de base não há como afirmar resultado — e resultado é o que o contrato cobra.

Controle por soltura

Produzir, transportar e soltar macho estéril em escala, mantendo a qualidade do lote até o momento da liberação.

Engajamento

A comunidade precisa entender e aceitar. É o que separa um programa que dura de um que termina na primeira dúvida.

A operação, por dentro

Registros de campo em Jacarezinho, Ortigueira e Mauá da Serra, no Paraná, onde o programa foi executado.

Equipe da Forrest reunida ao lado dos
        veículos, na entrada de uma vila rural
A equipe é contratada e formada no próprio município.
Agente da Forrest conversa com moradora
        no quintal de uma casa, com material impresso na mão
O trabalho é feito casa a casa, com quem mora ali.
Mãos segurando o recipiente de soltura ao lado do
        veículo, com machos estéreis saindo em voo
A soltura, feita a pé e de veículo, segue a rota que o monitoramento indicou.

Vamos conversar sobre o seu território

Cada município tem um cenário diferente. A conversa começa pelos seus dados de infestação e pelo que já está sendo feito hoje.

Falar com nossa equipe técnica