Controle vetorial
O programa completo: biofábrica, soltura contínua e equipe local contratada e formada no próprio território.
Saiba maisO método
Quatro passos. Nenhum deles envolve produto químico aplicado na casa das pessoas.
Criamos e soltamos machos estéreis. Só machos — e o macho do Aedes não pica ninguém, porque não se alimenta de sangue.
O macho estéril procura a fêmea selvagem. É o que ele faz naturalmente, e faz melhor do que qualquer armadilha conseguiria.
A fêmea põe ovos que não vingam. Ela continua ovipondo normalmente, mas aquela geração não nasce.
A população cai, e continua caindo. A cada ciclo nascem menos mosquitos — e menos mosquito é menos transmissão.
A cada ciclo
O que fazemos
Quatro serviços que funcionam juntos, e que também podem ser contratados em separado.
O programa completo: biofábrica, soltura contínua e equipe local contratada e formada no próprio território.
Saiba maisRede de armadilhas que mostra onde está a infestação — e laboratório que identifica a espécie, o que a armadilha sozinha não faz.
Saiba maisPara a Secretaria de Educação, entregue em plataforma própria. Funciona independentemente da área da saúde.
Saiba maisExecutados pelo Instituto Lago, com mobilização comunitária e formação de trabalhadores.
Saiba maisA evidência
Cada número abaixo está indicado com a sua fonte. Os dois primeiros vêm do artigo publicado em revista científica com revisão por pares; o terceiro é do acompanhamento do programa em Londrina.
97%
Em Ortigueira, no Paraná, comparada às cidades usadas como referência.
98,7%
Redução máxima observada na geração seguinte do mosquito.
80%
Da comunidade em Londrina, onde mais de 60 milhões de machos estéreis foram soltos ao longo de cerca de cinco anos.
Programa Londrina, Paraná
Competência
Medir antes, durante e depois. Sem linha de base não há como afirmar resultado — e resultado é o que o contrato cobra.
Produzir, transportar e soltar macho estéril em escala, mantendo a qualidade do lote até o momento da liberação.
A comunidade precisa entender e aceitar o método. A continuidade do programa depende dessa aceitação.
Registros de campo em Jacarezinho, Ortigueira e Mauá da Serra, no Paraná, onde o programa foi executado.
O método nasceu no Paraná, onde acumulou o maior tempo de operação contínua: Londrina, Ortigueira e Jacarezinho.
Cada território novo exige adaptação. Clima, regime de chuvas e perfil de ocupação urbana mudam o comportamento do mosquito e, com ele, o desenho da operação. Por isso toda avaliação começa pela leitura da situação local, antes de qualquer proposta.
Matérias publicadas sobre o programa entre 2016 e 2023, dos veículos que as escreveram.
Título, veículo, data e o link para a fonte. O texto e as fotografias pertencem a cada veículo, e os números das manchetes são deles: os resultados que sustentamos estão em A evidência.
As dúvidas estão separadas por quem pergunta.
A operação brasileira de uma tecnologia de controle de vetores desenvolvida e testada em campo, com resultados publicados.
Equipe local. Cada território opera com pessoas da região, contratadas e formadas para o programa. Não trabalhamos com equipe itinerante.
Medição antes de afirmação. Só apresentamos como resultado o que foi medido e publicado.
Complementaridade. O programa soma-se à vigilância municipal e estadual. Não a substitui, não a corrige e não a critica. O alvo é o vetor.
A nota técnica institucional reúne método, evidência com as referências, classificação da tecnologia e o que o programa não faz.
Cada município tem um cenário diferente. A conversa começa pelos seus dados de infestação e pelo que já está sendo feito hoje.
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